sábado, 26 de dezembro de 2009

Com que cor eu vou?

Que cor de roupa usar na hora de dar as boas vindas ao ano novo? Pode parecer bobagem, mas essa é um assunto que preocupa muita gente quando chega o final do ano. Sem dúvida, o branco é o predileto, mas todas as outras cores possuem um significado que vale a pena conhecer. Para os mais supersticiosos, que tal usar amarelo para atrair riqueza? E o que acham de um rosa para os mais românticos? Seja qual for a cor que você usar, lembre-se de que a energia está dentro de você e é somente você quem comanda se ela é boa ou ruim. Abaixo segue uma lista das cores e seus significados.

Branco: Sugere pureza, ordem, simplicidade, harmonia. É expressiva e estimula os sentidos, além de realçar o bronzeado.

Vermelho: Significa força, dinamismo, vida e agitação. Funciona como estimulante.

Amarelo: O amarelo age direto no nosso sistema central, é muito luminosa, vibrante e forte. É a cor do ouro, da prosperidade, das realizações financeiras. Estimula a ação e o encorajamento.

Verde: Esta é a cor da esperança, a cor universal da natureza. Possui um efeito relaxante, frescor, alegria e equilíbrio.

Roxo: É uma cor meio mística, que remete à nobreza e ao poder.

Rosa: Uma cor delicada, que sugere feminilidade e afeição. É a cor dos românticos e sonhadores.

Marron: É uma cor que sugere segurança e solidez. Indicada para ser usada em compromissos aonde queira passar segurança e confiança para as pessoas.

Mas a melhor e mais bonita de todas as cores é aquela que faz você se sentir bem. E para quem não tem preferência e quer ter um 2010 cheio de todas as sensações, que tal um colorido básico?!


sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Feliz Natal

Minha centésima postagem no blog... em pleno Natal.

Desejo um dia lindo pra todos vocês! Feliz Natal!!!

domingo, 20 de dezembro de 2009

Recaptulando

Depois de fazer uma lista do que eu quero para minha vida em 2010, decidi recaptular o ano que vai chegando ao fim. 2009 não foi fácil, mas tenho a convicção de que saio dele mais forte, mais experiente e mais feliz do que entrei.

Logo no início do ano pedi demissão em um dos empregos por conta da falta de estrutura e dos salários atrasados. Parecia que eu não conseguiria me adaptar à nova rotina, com menos atribuições. Tratei logo de arrumar o que fazer: entrei na academia e no cursinho preparatório pra concurso e acabei ficando muito mais atribulada que antes. Pouco tempo depois larguei o cursinho, mas permaneci na academia até hoje. Resultado: deixei de ser sedentária.

A primeira viagem do ano foi para Recife, onde fui passar o carnaval. Ao contrário do que muitos possam dizer: é lá que está o melhor carnaval do mundo! A farra foi boa e deu para esquecer a tristeza do abandono do emprego, sacudir a poeira e dar a volta por cima. Voltei renovada e pronta para me dedicar ainda mais ao outro emprego, no qual permaneço até hoje e onde ganhei novas atribuições, além das habituais.

Fiz outras viagens - a maioria delas relatadas aqui no blog -, fui a todos os shows que havia planejado ir, experimentei comidas às quais eu sempre quis experimentar. Revi pessoas da família que há muito tempo não encontrava e fui madrinha de três crianças lindas.

Também fiz matérias diferentes, uma delas na qual tive que percorrer as águas do São Francisco. Uma experiência sem igual. Mantive meu blog sempre atualizado e fiz vários amigos virtuais, além de ter iniciado o processo da 1º habilitação (já no finalzinho do ano), que hoje está bem adiantado. Consegui comprar o que tinha planejado e juntar o dinheiro que queria.

Não conheci muitas pessoas novas, mas estreitei o relacionamento com muitas das quais eu já convivia. Fui a casamentos de pessoas queridas e a festas inesperadas. E quando pensei que nada mais poderia mudar, eis que me surpreendo com mais um prêmio de jornalismo - que para mim significa que estou no caminho certo.

Não mudei o relacionamento com a minha família e nem com o meu par, o que significa que tudo está bem, que o amor continua o mesmo - um pouco mais crescido e amadurecido.

Somando a parcela dos desencontros e decepções com a parcela da alegria e de realizações, posso dizer que o resultado foi mais que positivo. 2010 vem aí e muita coisa boa está por vir. Eu estou no aguardo.


sábado, 19 de dezembro de 2009

Lista de desejos

Em 2010...
Vou tentar ser mais paciente
tentar fazer mais amigos
tentar realizar desejos
tentar fazer algo diferente
tentar ser mais sorridente
tentar ser mais ousada
tentar me tornar uma bailarina
tentar ser surpreendente

Vou ser mais estudiosa
ser mais extrovertida
ser mais responsável
ser mais otimista

Vou querer comprar um carro
querer mudar de vida
querer sair da rotina
querer ouvir música nova
querer buscar outras alternativas

Vou sentir mais carinho
sentir cheiros diferentes
sentir mais amor
sentir o toque amigo
sentir a passagem de cada uma das estações

Vou conhecer lugares novos
conhecer pessoas novas
conhecer caminhos novos
conhecer sentimentos novos
conhecer a felicidade, indo por uma estrada diferente

Em 2010 vou correr atrás de tudo isso, pois é só assim que podemos conseguir as coisas. O mais importante eu sei que já tenho: força de vontade. O resto? O resto só 2010 vai poder dizer.

Bom fim de semana para todos.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Confraternizar?

Eu sou do tipo de pessoa que não precisa dizer que gosta para que o outro saiba disso. Prefiro falar com o olhar a dizer com palavras. Sou assim. O problema é que no final do ano a maioria das pessoas se sente na obrigação de trocar carinhos, desejar bons votos, mesmo que no outro dia tudo volte ao normal. Confraternizações? São legais, quando são verdadeiras. Juntar uma turma e ir a um bar só pra dizer que confraternizou é o fim da picada. Mas assim acontece todos os anos.

Dia desses fui a um barzinho aqui de Maceió comer caranguejo (fiquei viciada depois que voltei de Aracaju) e lá estava acontecendo a confraternização de uma turma de funcionários de uma empresa. Até aí, tudo muito normal, se não fosse a presença de uma pessoa que notoriamente não era querida pelos colegas de trabalho. Ele queria que tudo funcionasse da maneira dele: disse onde cada um ia sentar, falava quando as pessoas deviam bater palmas, fez elogios, fez críticas e até chamou a atenção de um dos companheiros de trabalho na hora em que percebeu que o colega não estava prestando atenção ao que ele falava. Que cara chato!

Tive vontade de ir até a mesa do lado - onde eles estavam - e pedir para ele se torcar. Seja o que for dentro da empresa - dono, gerente, sei lá - ele precisa saber que não manda em ninguém fora do local de trabalho. A ideia da confraternização é justamente tentar aproximar as pessoas, é quebrar o clima formal e fazer com que os colegas de trabalho se sintam à vontade uns com os outros. Mas isso nem sempre acontece.

Na maioria das vezes, volto frustrada desse tipo de "evento". Sempre tem aquela pessoa que bebe um pouco mais e fala besteiras que acabam magoando. No outro dia, vem e fala com você como se nada tivesse acontecido. Minha reação? Indiferença. Não vou dar valor a uma pessoa que precisa beber pra dizer o que pensa, sinceramente, sobre mim. Que o espírito do Natal toque no coração dessas criaturas.


Quando o bem e o mal se confundem

Quando penso que não tenho mais como me admirar com as atitudes de políticos alagoanos, eis que sou surpreendida. Na semana passada aconteceu um fato que vem ganhando cada vez mais repercussão no Estado e onde o lobo mau virou bonzinho e os cumpridores da lei viraram os malvados. Não sei mais onde podemos chegar. Abaixo segue uma lista de fatos, tirem suas próprias conclusões.

1 - Dois filhos de um deputado - acusado de liderar um esquema de desvio de dinheiro da Assembleia Legislativa de Alagoas e preso por isso durante a Operação Taturana, da Polícia Federal - foram parados em uma blitz corriqueira realizada pela Polícia Militar em Maceió. Eles estavam com uma arma de fogo e armas brancas no veículo, se recusaram a descer do carro, falaram no nome do pai achando que adiantaria alguma coisa, mas acabaram sendo levados algemados para a delegacia, a fim de prestarem esclarecimentos.

2 - O deputado em questão chega à delegacia acompanhado de uma verdadeira comitiva. Ele segue para a sala do delegado e a "conversa" dura um bom tempo. Jornalistas que esperavam do lado de fora ouviam os gritos do deputado direcionados ao delegado.

3 - Os filhos da figura prestam esclarecimentos e afirmam que a arma pertence ao pai e que eles não sabiam que ela estava no veículo. São liberados após o pagamento de fiança no valor de dois salários mínimos.

4 - Na saída da delegacia, a comitiva que entrou com o deputado sai em comboio para confundir a imprensa na hora de saber quem são as duas figurinhas pegas com arma. O pai responde com truculência às perguntas feitas pelos jornalistas e ameaça um repórter fotográfico dizendo: "ah, uma munhecada boa!".

5 - A história poderia terminar aí. E seria assim com qualquer pessoa que não se sentisse superior aos demais. Com eles não, tem que ser diferente. Nesta quarta-feira, cinco dias depois do acontecimento, o deputado usou a tribuna da Assembleia Legislativa para criticar a ação da polícia, para dizer que os filhos dele não teriam sido abordados e sim, sequestrados. E o pior: para dizer que vai lutar para tirar as fardas dos militares que efetuaram a abordagem e a apreensão das duas "criaturas". Ataque também direcionado ao governador do Estado, que não seria tão cidadão quanto os seus filhos.

6 - Como se fosse pouco, um outro deputado se solidariza e chama os rapazes de "crianças" (de 19 e 22 anos), de "coleguinhas" do seu próprio filho. Tanto assunto pra ser discutido na Assembleia...

7 - Fico pensando nos militares, que agiram corretamente e agora se veem a ponto de serem punidos. Onde vamos parar?

8 - Só para esclarecer: a segurança pública em Alagoas tem sido uma das áreas mais criticadas e a cobrança por mais ações a serem realizadas pelas polícias tem sido algo constante. Se fosse uma pessoa "comum", como terminaria essa história?

domingo, 6 de dezembro de 2009

Futebol para mulheres

Não sei porque complicar tanto um jogo que poderia ser bem mais simples. Tudo bem, regras são regras e devem ser seguidas, mas não custava nada facilitar né?! Eu só gostaria de entender algumas coisas que para mim parecem inúteis no futebol. O tal impedimento por exemplo. Alguém pode me explicar porque o jogador do time adversário não pode estar na "banheira" sozinho na hora do ataque? Fiz uma lista das coisas que, na minha opinião, facilitariam muito mais o entedimento (pelas mulheres) do esporte mais praticado no Brasil. Lá vai:

1 - Voltando à questão do impedimento. Só porque o jogador é esperto o suficiente e está em uma posição estratégica para fazer o gol, ele está impedido? O mundo é dos espertos, deixem eles jogar!

2 - Porque existe as posições de ataque e de defesa se todos os jogadores, na prática, estão ali para fazer as duas coisas? Atacar o time adversário e, ao mesmo tempo, defender-se dele.

3 - Qual a diferença entre escanteio e tiro de meta? A bola não saiu do campo do mesmo jeito?

4- Porque os pênaltis só acontecem na grande área? Se eles fossem marcados por qualquer ato mais violento que acontecesse em qualquer lugar do campo as partidas de futebol seriam muito mais tranquilas.

5 - Porque os times têm que trocar de lado depois de terminado o primeiro tempo? Isso confunde quem tá assistindo ao jogo sabia?

6 - Porque os erros dos juízes não podem ser corrigidos depois de terminada a partida? Fiquei chocada quando vi que a Irlanda vai deixar de participar da Copa 2010 por causa de um erro do juiz, que não viu o jogador da França colocar a mão na bola na hora de fazer o gol!

Eles acham pouco tudo isso e ainda vivem procurando coisas para complicar ainda mais. Nesses dias acompanhei na TV discussões sobre a "paradinha". É muita falta do que fazer! Só era o que faltava: porque o jogador não pode fingir que vai chutar só para enganar o goleiro?

Fico por aqui tentando entender esse futebol. Contagiada, confesso, pela reta final do Brasileirão. Que vença o melhor (essa história é velha)!